O que faz o Serviço Pedagógico?

O Serviço Pedagógico no Programa Campeões nas Quadras e na Vida” da FUCAS tem por tarefa organizar, acompanhar e efetivar a realização das diversas atividades educativas oferecida aos jovens.

Na realização desta tarefa estão as pedagogas Lenice Maria Velter, especialização em Impacto da violência nas escolas (em curso) e Sirlei Aparecida Cardozo, essa com especialização em Gestão Educacional, Metodologia do Ensino Interdisciplinar e curso complementar de Mediação Restaurativa de Conflitos e tendo como Coordenação a pedagoga Marilene Alencastro Mestre em Educação, Arte e Cultura e Tecnologia e comunicação.

Em suas realizações, além da organização pedagógica que envolve organização de registros, tempos e espaços no gestor social, o Serviço Pedagógico, também busca assegurar a efetiva realização da Proposta Político Pedagógica de tal modo que os objetivos do Programa sejam alcançados por intermédio dos Projetos Caixa Digital, que possui a atividade de Informática e Novas conexões que são voltados aos jogos educativos; o Projeto Arte e Cultura: com as atividades de Artesanato, Circo, Dança e Recrearte e o Esporte Cidadão com as atividades de Basquete, Futsal, Jiu jitsu, Judô, Tênis e Vôlei.

Os temas que de algum modo estão em evidência entre os jovens como sexualidade, drogas, bullying, são trabalhados de modo diferenciado no Projeto “Tá ligado?!”. Uma forma de discutir o que é relevante de forma lúdica e informal. O trabalho é ampliado no Diálogo com Pais, para que pais e responsáveis também possam discutir com os filhos as suas angústias e dúvidas.

Desde 2008 este Serviço realiza a Formação Permanente do Educador Social e dos demais colaboradores do Programa, com o intuito de alinhar práticas cotidianas a PPP. Deste modo, além de orientar e acompanhar os Educadores no seu planejamento e atividades, realiza mensalmente uma parada para estudos e reflexão em relação as práticas educativas de inclusão.

Além disto, o Serviço Pedagógico adotou no Programa a Mediação restaurativa de conflitos e a comunicação não violenta pensando no respeito à individualidade e encarando o conflito como fenômeno inerente às relações humanas.

Atualmente busca-se resolver toda e qualquer situação a partir da escuta e do diálogo ancoradas no que André de Breton escreveu certa vez: Uma palavra e tudo está a salvo, uma palavra e tudo está perdido.